Como colocar MP3 no seu blog ou site
Postado por Mo
Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

1.Entre neste site http://www.profilepitstop.com/mp3_players/
2.Escolha o modelo visual do tocador. Você encontrará uma figura de fita cassete, um walkman, um player de mp3 e um tocador simples que exibe a lista com o nome das músicas. Clique no botão “CREATE”.
3. Na opção “AUTOSTART” você pode definir se o tocador vai entrar em ação assim que o visitante entrar no seu site ou se ele só tocará a música caso o visitante clique no tocador.
4. Na parte inferior da página você verá diversos campos onde você deve colocar o link onde está a música MP3 que será tocada. No site www.espew.com você tem uma busca onde poderá encontrar mais de 19 milhões de músicas MP3. Faça a busca e copie o link do arquivo mp3. Coloque o links nos campos abaixo do texto “Enter the URLs…”. Coloque o nome da música nos campos “Enter the Titles…”
5. Clique no botão “Add to playlist” para adicionar as músicas na lista ou clique em “Preview Changes In Your MP3 Player” para ver como ficou.
6. Clique no botão “take me to next step”. Se você deseja se cadastrar no serviço preencha o formulário logo abaixo do texto “New user? Sign up here”. Você precisa se cadastrar para usar o serviço (gratuito). Lembre-se de digitar o código que aparece nessa figura no campo logo abaixo do texto “Enter the code as it appears in the above image”. Clique em “Add user”. Se não desejar se cadastrar clique no botão “Skip signup step”.
7. Agora copie os códigos e cole na sua página.
O resultado é mais ou menos como o player que eu coloquei abaixo
Como colocar musica no blog?como colocar mp3 no blog?, playlist no blog?,tocador de musica no blog,site
12 de Maio de 2008 05:41
Muito boa essa dica, ja estou usando o tocador em meu site
27 de Maio de 2008 16:14
quero compartilhar com todos minha experiencia que tive com DEUS
UM ENCONTRO COM DEUS
Em uma noite, no último sábado de abril do ano de 1997, tive um sonho que jamais vou esquecer. Nesta noite fui dormir com a preocupação em solucionar problemas que ocorriam num sítio chamado “Rancho Casa Grande”, propriedade que pertenciam a mim, em sociedade com o meu irmão, situado no Rio Preto da Eva, a oitenta quilômetros de Manaus.
Sonhei que redigia um texto sobre Economia e dizia respeito aos graves problemas que atingem a população, problemas como a crise que passa o País e as conseqüências do modelo econômico imposto pelo Estado. Estava sentado num banco de madeira com capacidade para no máximo três pessoas. A mesa, também em madeira, tinham apenas as dimensões que davam para receber a máquina.
Estava em fase de conclusão do trabalho, quando meu corpo foi tomado por um “poder energético” vindo a minha esquerda. A primeira sensação foi de surpresa pois, essa “energia” vinha de uma distância razoável; fazendo uma comparação, era como se uma pessoa estivesse no portão da nossa casa e da cozinha nós soubéssemos de quem se tratava.
Senti nesse momento uma presença espiritual muito forte, divina, nesse momento senti um processo de “paz e proteção” nunca visto. Esse “Espirito Iluminado” dotado de “grande poder”, quanto mais se aproximava do local em que eu estava, tornava o ambiente repleto de “Energia e Luz” e a medida que se deslocava um “escudo energético” o acompanhava. Meu Deus que alegria senti nesse momento, que experiência jamais vivida, pois sem anunciar-se eu tinha a certeza de quem “estava presente”.
Aproximou-se do local onde eu estava escrevendo e ao ficar muito próximo, paralelo mesa, olhou na direção do papel. Nesse instante, lembro com muita clareza, afastei-me para que “Ele” pudesse sentar-se. Afastando-me, “Ele” alojou-se no lugar em que eu havia ocupado. Confesso que estava lado a lado mas não consegui olhar o “Seu Rosto”. A emoção era tanto, a energia emitida era tão intensa que algo impedia de ver “Sua Face”, algo impedia de ver as vestes. Mas eu sentia sua “ Forte Presença”, e meu corpo vibrava com essa manifestação inesquecível, real e de indiscutível “poder, paz e luz” que se encontrava ao meu lado.
Ao sentar-se indagou sobre o que eu havia escrito, e fazer essa pergunta já tinha convicção que “Ele” conhecia o texto. Então respondi que se tratava de um ensaio critico sobre Economia. Mas “Ele” não se conteve, queria saber o tema específico e não generalizado como eu havia exposto.
No momento em que citei o tema específico, quando fui mais direto ao assunto, apresentou-se esse “Espirito de Luz” com uma capacidade intelectual imensa, analisando fatos que havia escrito sem sequer o ler. Falava com calma, clareza e grande conhecimento técnico que me sentia inferiorizado. A cada pergunta a mim dirigida tinha certeza que “Ele” sabia a resposta, sabia o que eu tinha escrito, a cada pergunta formulada eu respondia com três tímidas palavras. Era tão distante a comparação intelectual que me faltava firmeza em responder, pois tinha a preocupação em não errar, e se por acaso emitisse conceitos técnicos de forma errada “Ele” saberia. Após minhas respostas, “Ele” analisava e emitia parecer de forma tão precisa que restava-me ouvir sem questionar o modelo explicativo vindo daquela “figura”, com extraordinária capacidade de entendimento sobre a vida e as relações que regem o universo. Por isso o meu silêncio em sinal de respeito, admiração e compreensão da realidade presente naquele instante. Realidade nascida da mais pura sensação de desigualdade intelectual jamais visto.
Suas palavras pousadas refletiam uma sensação de equilíbrio e firmeza. A cada conceito exposto havia total clareza de idéias que interagiam em conceitos gerais e específicos dentro dos padrões de analises sobre relações humanas, sociais e econômicas. Era magnifica sua grandeza intelectual, era incompreensível dentro das noções de lógica e da Ciência entender aquela situação. Pois na vida sempre havia procurado nos livros técnicos explicações para as minhas angustias e agora estava ao lado de um “Ser” que transmitia com simples palavras e gestos sua verdade “Absoluta”.
Chamava atenção sua calma, sinceridade, senso de amparo e proteção; sua capacidade em compreender fatos, descrever situações e acima de tudo o “poder energético” simbolizando uma paz absoluta, dando a sensação que meu corpo queria flutuar nas ondas emitidas pelo “poder”. Posso garantir que é impossível descrever com precisão esse encontro e as manifestações que aconteceram naquele lugar. São impressões que fogem o padrão de analise, que escapam a compreensão das ciências que abordam o comportamento humano. Resta-me a alegria em passar por essa experiência e escrevê-la como forma de agradecimento.
Hoje, analisando, buscando uma lógica para esse episódio, tenho a impressão que esse “Espirito de Luz” que se apresentou naquela noite, fez-me entender que as leituras de livros e textos em diversas áreas do conhecimento pouco tinha servido para o diálogo. Numa forma mais precisa de analise, posso citar que esse “Ser” fez-me compreender simplesmente como nossos conhecimentos, nossas buscas a respostas exatas, objetivas, sobre explicações de fenômenos nas variadas áreas do conhecimento, era muito pequena.
Acordei com os olhos em lagrimas, sentindo esse “Ser” espiritual ainda muito próximo. Levantei e fiz uma oração agradecendo a Deus por ter proporcionado tão sublime momento. Os três dias seguintes a esse “sonho”, meu corpo ainda sentia todo o “Poder”. Tinha sensação que “Ele” estava ao meu lado. Sentia muitas vezes o corpo tremular, os olhos a lacrimejar, as palavras presas na garganta e sentia até dificuldade em falar a outras pessoas esse momento importante da minha vida.
Passaram-se semanas e essas reações continuavam. Hoje ocorridos vários meses ( alguns anos) ainda muito emociona, lembro com clareza aqueles momentos e isso me dá força, coragem para vencer os desafios pois tenho a convicção que Deus está ao meu lado. Quero ressaltar ainda o seguinte fato, toda vez que tenho a oportunidade em narrar essa experiência, sinto o corpo tremular, o coração a disparar é como se uma “energia” positiva o ocupasse levando-me a um profundo estado de reflexão. Quando isso acontece, ou, quando essas manifestações tornam-se mais objetiva, tenho a nítida sensação que o “Espirito Iluminado” está muito próximo. O que me dá a certeza dessa aproximação é poder perceber através de uma energia que atravessa o corpo e exala o mais profundo sentimento de paz.
Objetivamente asseguro que, o “Ser” presente naquela noite era a “Perfeição”, o “absoluto”, pois expressava certas características que o distingue dos mortais. Primeiro, uma “energia” que tem como fonte inspiradora seu corpo e se espalha num determinado raio de ação. Surge um “circulo energético” e nele tudo é transformado; se há duvidas, surge a certeza; se existe a fúria e o ódio, nasce o perdão; se existe o caos, o desespero, angustia, a falta de amor, surge de forma palpitante vida e esperança. Isso me dá a certeza que existe um “Ser” com capacidade de mudar, em fração de segundos, o homem destruído.
A segunda característica é manifestada através de uma “paz inquestionável”, dando a impressão de leveza do corpo e da alma. Que sensação de alegria nos atinge, parece que todas as impurezas do corpo e espirito são transportadas para o “mundo exterior” do indivíduo e nossas chagas retratadas de duas formas significativas. Uma que atinge o corpo corroído, abalado fisicamente, precisando de socorro, clamando e implorando vida que teima em extinguir-se; e por outro lado, as nossas chagas interiores, o comportamento errante, composto por sentimento de angustia, vingança e perseguição abala-nos e expõe traumas que vão afetar muitos anos da nossa existência.
A terceira característica é ressaltada, de forma explicita, pela “grandeza intelectual” que o eleva, muito acima do ser humano. Aqui não existe comparação pois o conhecimento contido naquela “figura extraordinária”, é único e representa de forma objetiva, a verdade absoluta que a Ciência sempre buscou conhecer.
Finalmente a última característica é mostrada através da “verdade” que transmite e retratada por fortes expressões nos “gestos e ações”. Nesse ponto é importante comparar a “verdade” a luz da cientificidade. Enquanto “Ele” representa o “absoluto”, na essência da expressão, trazendo respostas precisas sobre nossos anseios, dúvidas, sofrimentos e perspectivas de vida; pois tanto as transformações sociais, materiais e de comportamento tem solução na reverência que fazemos a um “Ser Supremo”, simbolizado e caracterizado pela figura do PAI ETERNO, DEUS. Por outro lado, as mesmas transformações vistas no âmbito técnico, são resultantes de manifestações sociais, de misturas materiais, ou de aprendizado filosófico do homem em busca da paz interior. Aqui é necessário conhecer os agentes causadores das mutações, das mudanças sociais ou físicas e isso pode ser feito por estudos sociológicos, psicológicos, econômicos e etc... o que requer conhecimentos nessas áreas; e muitas vezes quando a verdade emergi, surgem novas indagações, aparecem novas teorias explicativas. Não temos a verdade absoluta e o que dispomos é a verdade do memento, até o aparecimento de novas descobertas, o surgimento de novas técnicas de analise, ou, de novos conceitos científicos.
Um fato fundamental é importante mencionar e diz respeito a “Sua Presença”, pois quando sentimos, já temos convicção que ali se encontra um “Ser Puro”, completo na sua forma de agir. “Ele” não precisa dizer quem é, não precisa mostrar sua grandeza, sua superioridade perante os homens, pois ela se torna clara, cristalina, num encontro magnifico que uni o “Criador” e a criação.
Ao escrever sobre esse tema procurei detalhar de forma sincera uma experiência que passei e que serviu de marco para minhas reflexões sobre a vida, serviu também de alivio, de explosão de emoção, pois percebi que minha ânsia em saber, o meu ousar conhecer era pouco, ou quase nada diante da grandeza do mundo e da “Forma Espiritual” que governa.
Muitas vezes pedi em oração que Deus desse prova de sua existência, que mostrasse o caminho da verdade, que iluminasse minha forma de ver e perceber os fatos e analisá-los de forma ética. Quantas vezes busquei nas minhas orações conforto para essa angustia, quantas vezes pedi esclarecimento sobre a forma de conciliar o saber técnico, com o saber religioso. Hoje essa dúvida não existe, pois esse episódio marcante na minha vida, trouxe a resposta que eu tanto precisava.
Concluindo esse texto gostaria de fazer uma citação a respeito da vida de Jó. Ele, que após perder os filhos e bens, ter seu corpo coberto de chagas amaldiçoou o dia em que nasceu. ( Jó, 3:1-2). Então Deus respondeu a Jó.
“As suas palavras só mostram a sua ignorância; quem é você para pôr em dúvida a minha sabedoria? Mostre agora que é valente e responda às perguntas que lhe vou fazer. Eu criei o mundo. Onde é que você estava quando criei o mundo? Se você é tão inteligente, explique isso. Você sabe quem resolveu qual seria o tamanho do mundo e quem foi que fez as medições? Em cima de que estão firmadas as colunas que sustentam a terra? Quem foi que assentou a pedra principal do alicerce do mundo? Na manhã da criação, as estrelas cantavam em coro, e os servidores celestiais soltavam gritos de alegria. Quando o Mar jorrou do ventre da terra, quem foi que fechou os portões para segurá-lo? Fui eu que cobri o Mar com as nuvens e o envolvi com a escuridão. Marquei os seus limites e fechei com trancas as suas portas”. ( Jó, 38: 2-10).
Jó, homem honesto, a ele foi “dado” o dobro do que havia perdido. ( Jó 42:10) A inclusão dessa citação nesse texto não significa que eu tenha passado por experiências de perda total; mas sim pelo fato de um dia ter acreditado que apenas racionalidade, a busca pelo conhecimento científico, traria respostas aos meus questionamentos.
Evandro Nunes santiago
Texto Atualizado em 8 de junho de 2005
BIBLIOGRAFIA
Bíblia Sagrada : Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Edição em letra grande. Barueri
(SP) : Sociedade Bíblica do Brasil, 2001. 1472 p.
13 de Junho de 2008 14:05
DE TUDO CHEGA A HORA
Naquela manhã invernosa, e precisamente por assim ser, dei-me ao leito por pouco mais do costume. E sonhei um sonho terno, um deleitoso deslizar por cima de nuvens, sendo que minha mãe me conduzia pela mão. Coisa estranha! Antes de acordar trouxe-me à beira do leito, havendo dito:
— Hoje à tarde, com o sol quente, vá às rochas e deite-se a ponto de dormir, ouviu?... E repetiu isso por vezes, tendo-lhe eu respondido favoravelmente, por sentir em mim mesmo que assim devia ser.
Ao acordar, naquele mesmo repente, tinha de tudo a mesma noção, a mesma certeza, a consciência exata de que assim seria o melhor e mais justo. Em minha alma reinava também um ânimo novo; um prurido de fé e novas esperanças. A vertente interna aflorava em jorros de vida e anseio de novas épocas. Eu me estudava, focalizava-me e com ou sem explicações consentâneas, ou aparentes, assim me surpreendia. O sol brilhava, de novo, nos horizontes de meus dias e de minhas obrigações!
Posto em pé, fui à cozinha, onde Sinhá Marta reinava, contando-lhe o maravilhoso sonho, todinho, detalhe por detalhe.
E ela disse suas coisas:
— Valha-me Deus!... Rezei tanto por Sinhá Áurea... Só mesmo Deus querendo e Sinhá Áurea aparecendo!...
Olhando-me bem no rosto, com aqueles olhinhos que se perdiam no fundo das covas obituárias, inquiriu:
— Sinhô, vai às rochas?... Não vá faltar!...
— Claro que irei, Sinhá Marta.
— Mas tenha cuidado!... Fique em lugar seguro...
O dia transcorreu com sabor e interesse por tudo. Vi a meus filhos com outros olhos, mimei-os, senti vergonha do já feito. Mas, que fazer, que dizer, como inculcar-me tanta culpa, se, afinal, contra mim mesmo, se levantava aquela tempestade dentro de mim? Assim como ao homem não é dado poder contra os tufões e cataclismos telúricos, assim também nada podia contra um mal de alma que das profundezas de mim mesmo se levantava, pondo-me a vida em tresmalho.
Aquele dia, porém, foi um dia de reconquista feliz!
— Agora vou ao penhasco! disse a mim mesmo, pelas três e meia da tarde, sobraçando uns sacos de estopa, para deles fazer pelo menos travesseiro.
Desci margeando o rio, venci aqueles dois quilômetros e pouco, subi o último morro e encaminhei-me às rochas, tendo arrumado lugar seguro numa cavidade. Via apenas uma nesga do horizonte; nada do rio, só ouvindo o ronco das águas em revolta. Arranjei os sacos de modo tal, ficando com as costas apoiadas em maciez e a cabeça regularmente instalada. Procurei topar Morfeu, frente a frente.
Não sei precisamente quando tenha adormecido; mas sei que ouvi dizer, com voz firme e imperiosa:
— Tire os sacos debaixo do corpo e da cabeça!
Devolvido à consciência por advertência tão inesperada, mas feliz pelo ocorrido, atirei os sacos ao rio, calcando a cabeça na face granitosa da pedra.
E fiz, de novo, por adormecer.
Pruridos suaves, então, passaram a me acariciar todo. Era como vagar sobre nuvens, cavalgar a própria brisa, do ir ao embalo de cânticos angélicos. E saí, naturalmente que saí do corpo, vendo-o ficar para ali, deitado na frincha da rocha, como se me fora coisa de imensa importância.
Condenados aos grilhões carnais, muita vez, lastimamos o fato; em vendo a máquina para ali, como utensílio primoroso, senti o quanto lhe apreçava. Tangido por alguém, revi na minha memória a tudo quanto podia ter já feito e vivido. E senti que devia àquele instrumento um mundo todo de dívidas!
— Venha, filho! — convidou-me minha mãe, estendendo-me a mão carinhosamente. Fui com ela e permaneci no ar, sobre o rio, sentindo a alma em deleite e o corpo, porque tinha um corpo, em ponto de pluma. Era leve, feliz, superior.
— Isto, — tornou a dizer minha mãe, é o início de uns trabalhos. Temos que cooperar nos serviços de Jesus e Suas legiões amoráveis; devemos obrigações, à Terra e à sua humanidade. Você vai contribuir para espraiar o Consolador no mundo, que, como promessa do Céu à humanidade, fornecer-lhe-á informes preciosos sobre a vida e seus confins, a Terra, e o infinito que a cerca.
— Farei o que Deus queira, mamãe...
— Procure dar de si o possível, assim como tem com que fazê-lo, sem julgar jamais que Deus lhe venha a faltar com apoios. É hábito do homem atribuir a Deus a responsabilidade de suas negligências. Não quero, portanto, que pense sobre Deus com imposições quaisquer; quero que faça o possível com o que tem e pode. Deixemos as ferramentas que não temos em paz, lembrando que o bom trabalhador usa do que tem para produzir com satisfação o que lhe esteja ao alcance.
— A senhora sabe que nada entendo destas coisas...
— No fundo da mala velha, estão jogados uns livros... Tire-os para ler.
— Está bem, mamãe. E dou graças ao bom Deus.
— Naturalmente, e volte ao seu corpo.
E com isso, arrastado como que por um vendaval, dei acordo de mim; tinha a parte da cabeça dolorida, mas também tinha a alma transbordante de alegria.
Não andei até a casa; corri, ansioso por relatar a Sinhá Marta o ocorrido. E ela, marejantes os olhinhos fundos, nada disse, nada pôde dizer. Olhou para cima, como que a buscar um Deus de fora prosternando-se ante Ele, no santuário de sua alma bem formada.
Deixei-a entregue a suas meditações, indo para o meu quarto. E orei com fervor, assim como nunca tinha feito em toda a vida. Depois, revolvi a mala velha e retirei dela uns poucos de livros, dentre eles quatro espíritas e dois ocultistas, todos editados em Portugal e trazidos para o Brasil por um tio de muito falecido.
Nunca os havia manuseado; mas sempre seria tempo de o fazer. E ali começou a minha busca teórica sobre as coisas do homem, que são as coisas do espírito. Das coisas de Deus, porque são as coisas do homem. E nesse amálgama teórico-prático, de tal modo me enfronhei, de tal jeito me fiz apóstolo, que hoje, dou por graça de Deus o assim ter conseguido realizar. Porque, enquanto os sublimes ensinos passavam das páginas pródigas aos recessos do meu entendimento, aos arcanos de minha consciência, em evidência de ações decentes fazia por transcorrer os dias. E posso afirmar que era isso, justamente isso, o que Deus esperava de mim. Aliás, é isso o que espera de todos, pois que de palavrórios forro está o mundo, não sendo menos certo, também, estar besuntado de formalidades presumidamente repletos de virtudes absolutistas.
Todo caso, os que compram ou os que vendem tais formalidades, sejam elas de teor material ou intelectual, não provam, e nem jamais poderão fazê-lo, a eficiência de seus argumentos. Os meneios são feitos com esmero clássico, e com grande pompa a distribuição, bem assim como principesco é o preço; mas, para todos os efeitos, a comprovância do valor intrínseco é zero! Tereis sempre disso a prova, somando o número daqueles que se apresentam nos vossos trabalhos práticos, apesar das muitas regalias adquiridas, como simples viajores da inconsciência e, não raro, do desespero. E que lei salvadora é o amor! É que em Deus não prevalece o princípio de dissensão! E por ser assim, irmãos mourejam pelas regiões menos recomendáveis, e algumas até indescritíveis, apaniguados de todos os credos e matizes de credos.
A lei é simples — quem não souber, busque saber; quem souber, faça por praticar. Não se pode ser eternamente ignorante e nem negligente sem responsabilidade. A lei de progresso é um fato e a maior soma de conhecimentos implica em maior grau de obrigações. Ninguém poderia fugir a essa regra natural.
Fiz-me, portanto, bom leitor e regular praticante.
Extraido do Livro: Um Médium de Transportes
Achei interessante o seu relato, pois é muito parecido com o livro escrito pelo Pai Divino na Carne.
Osvaldo Polidoro
23 de Agosto de 2008 10:02
valew pelas dicas!..
26 de Setembro de 2008 14:53
vamos colocar o episodeo 76 do naruto shippuden ai
26 de Setembro de 2008 14:57
os caras nao vai por mesmo o episodeo 76 do naruto shippuden
31 de Outubro de 2008 12:30
VEJA O VIDEO ENIO REPORTER
4 de Fevereiro de 2009 11:54
nao entendi nada
6 de Maio de 2009 12:54
Ganhe dinheiro exibindo anúncios em seu blog ou site.
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29 de Maio de 2009 14:18
Querido eu segui tudo direitinho ..
ta otimo ..
mais ele am toca
poste o códgo no meu blog ..
e ele naum toca ..
parece certinho o mp3, o nome das musica ...
que que eu faço ?
to desesperada ..
naum consigo de jeit nenhum colocar is no meu blog !
desde ja muto grata!
Andressa.
19 de Junho de 2009 17:07
To tentando jogar no blogspot, mas queria que ele aparecesse na barra de widgets, e não na postagem. Tem como fazer isso??? o_O